“É muito do chique”, diz artista sobre nova fase — com álbum a caminho, impacto cultural e representatividade LGBTQIAPN+ em alta.
A indústria musical acaba de ganhar um novo marco — e ele tem peruca, salto alto, carisma afiado e uma potência vocal de estremecer o multiverso: Grag Queen acaba de se tornar a primeira drag queen contratada globalmente pelo grupo Warner Music. O feito não é só grandioso — é histórico, simbólico e poderoso.
Assinando com Warner Music Brasil e Warner Chappell Brasil, a artista agora passa a integrar o casting oficial da gravadora e terá todo seu catálogo autoral administrado pela editora. Um “check” sonoro no currículo de uma artista que já vem construindo uma trajetória marcada por talento, humor, militância e brilho próprio.
O universo conspirou — e assinou embaixo
Em entrevista ao Popline, Grag revelou que tudo aconteceu com a leveza que só quem já venceu reality, preconceito e microfone ao vivo sabe viver:
“Foi coisa do universo! Se eu não confiar no universo do qual sou rainha, quem somos nós?”, brinca ela.
“Recebi a proposta, fiquei em choque. Eles aceitaram, fiquei mais ainda! Estou muito incrédula e feliz.”
Vem aí: hits, álbum e metralhadora de hinos
Com o contrato novo, o céu nem é mais o limite. Grag confirmou que o primeiro álbum de estúdio finalmente está nos planos — e que ele vem no estilo metralhadora de hits:
“Vai ser música, vai ser álbum… meus fãs pedem muito, e eu tô louca pra lançar. Então, quem sabe esse seja um ‘oficialmente vem aí’?”
A expectativa é grande — e justa. Afinal, Grag não é só uma cantora. Ela é um acontecimento musical. Uma performer nata que entrega presença, técnica e verdade em cada verso.
Grag Queen: arte, orgulho e representatividade
Além da música, Grag se consagra como símbolo de força e representatividade LGBTQIAPN+. A artista deixa claro que entende o tamanho do que está fazendo — e o impacto disso para quem ainda está começando a se ver no espelho:
“A gente sempre teve que dar 300% pra compensar o 100% dos outros.
Isso nos transformou em máquinas de fazer arte, e das boas. Me sinto muito preparada e feliz de representar nossa comunidade assim: vencendo.”
Drag Race Brasil + era de ouro
Como se não bastasse a música, Grag também retorna como apresentadora na nova temporada de Drag Race Brasil, com estreia marcada para abril.
Com experiência na bagagem, ela promete uma nova versão ainda mais sólida:
“Me sinto mais madura. Quando você repete algo, tem régua. Sabe o que funciona e onde precisa tocar.”
Gente de Expressão comenta:
Grag Queen não está só fazendo história. Ela está reconstruindo os alicerces da música pop brasileira com salto alto, batom e coragem.
Num mundo que ainda engatinha na inclusão de corpos dissidentes, ver uma drag no topo de uma major global é mais que representatividade — é revolução em glitter.
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