Durante o evento Capcom Spotlight realizado na quinta-feira (27), os fãs de Resident Evil foram surpreendidos com uma revelação inusitada: Leon S. Kennedy, um dos personagens mais amados da franquia, quase foi o protagonista de Resident Evil Requiem. No entanto, a ideia foi descartada. O motivo? Segundo o diretor Koshi Nakanishi, “ninguém quer ver o Leon se assustar”.

“Na verdade, ele não encaixa tão bem com o terror assim”, afirmou o diretor. A fala gerou polêmica entre os fãs, mas também revela uma mudança clara de direcionamento criativo. A Capcom quer retornar ao verdadeiro terror de sobrevivência — longe do herói de ação infalível em que Leon se tornou em Resident Evil 4, 6 e outros spin-offs animados.

O que esperar de Requiem
Segundo a Capcom, Resident Evil Requiem será ambientado 30 anos após os acontecimentos em Raccoon City (RE2/RE3). A ideia é aprofundar ainda mais o lado sombrio da franquia, focando em vulnerabilidade, ambientações claustrofóbicas e dilemas de sobrevivência — algo que os jogos mais recentes vinham tentando equilibrar entre o terror e a ação.

A ausência de Leon como protagonista é, para muitos, um aceno à fase mais aclamada da série: Resident Evil 1, 2 e 7, jogos em que o terror psicológico era o verdadeiro motor da narrativa.


Gente de Expressão comenta
A decisão da Capcom, embora ousada, representa uma tentativa clara de reposicionar Resident Evil como uma franquia voltada ao horror raiz, deixando para trás os heróis “indestrutíveis”. E isso é, no mínimo, promissor. Ver personagens novos e frágeis enfrentando o desconhecido é o que sempre tornou essa saga especial. Se Leon já é visto como alguém “imune ao medo”, talvez ele realmente precise de uma pausa — para que o medo volte a dominar o jogo.


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