Fotos divulgadas pela Nintendo mostram Bo Bragason como Zelda e Benjamin Evan Ainsworth como Link, confirmam início das filmagens na Nova Zelândia e aquecem o hype para a estreia em maio de 2027.
“Agora é real”: quando o sonho do live-action vira foto oficial
Depois de anos de rumores, fan casts e trailers “feitos por fã” no YouTube, o live-action de The Legend of Zelda finalmente deixou o campo das teorias e entrou na realidade: a Nintendo divulgou as primeiras imagens oficiais do filme pelo aplicativo Nintendo Today, marcando oficialmente o início da produção.
Nas fotos, vemos:
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Bo Bragason caracterizada como Zelda, usando um manto azul que remete diretamente à estética da princesa em Breath of the Wild;
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Benjamin Evan Ainsworth como Link, em uma túnica verde-escura bem na linha dos visuais clássicos do herói em jogos como Twilight Princess e Ocarina of Time, segundo fãs que já começaram a comparar frame a frame nas redes.
A pergunta que tomou conta da timeline gamer foi imediata: “ficou parecido?”
Quem é quem em Hyrule: elenco, equipe e clima de produção
A escolha de Bo Bragason e Benjamin Evan Ainsworth confirma a estratégia de apostar em jovens talentos em ascensão, e não em grandes estrelas já saturadas do cinema blockbuster. Bo vem de produções como Renegade Nell e The Radleys, enquanto Ainsworth já chamou atenção em The Haunting of Bly Manor e na versão live-action de Pinóquio da Disney.
Por trás das câmeras, o time é bem pesado:
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Direção: Wes Ball, de Maze Runner e Kingdom of the Planet of the Apes;
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Produção: Shigeru Miyamoto (o criador da série) e Avi Arad, veterano de adaptações como Homem-Aranha e Uncharted;
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Roteiro: versões recentes do script ficaram a cargo de Derek Connolly (Jurassic World, Detective Pikachu) e T.S. Nowlin (Maze Runner).
O filme está sendo rodado na Nova Zelândia, com locações que seguem a linha “fantasia épica” à la O Senhor dos Anéis, e a previsão é de um cronograma de filmagem que vai até 2026, preparando o terreno para a estreia marcada para 7 de maio de 2027 nos cinemas.
Visual, referências e o clima entre os fãs: mais Hyrule, menos genérico
Com tão pouco material divulgado, os fãs já começaram a dissecar cada detalhe das fotos:
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A roupa azul de Zelda e os equipamentos sugerem uma fusão de referências a Breath of the Wild e Tears of the Kingdom;
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O visual de Link, com túnica verde, capa e vibe mais “terrosa”, aproxima o filme da fase mais sombria e madura da franquia, como em Twilight Princess;
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O cenário – florestas densas, clima úmido, luz filtrada pelas árvores – encaixa bem na proposta que Wes Ball já tinha citado em entrevistas: algo entre a fantasia de O Senhor dos Anéis e o lado mais lúdico dos filmes do Studio Ghibli.
Ao mesmo tempo, o filme chega em um contexto delicado: adaptações de games estão em alta depois de sucessos como The Super Mario Bros. Movie e Sonic, mas o público está bem menos tolerante a produtos que parecem existir só pra “surfar na nostalgia”.
No caso de Zelda, a responsabilidade é ainda maior: a franquia é sinônimo de aventura, mistério, puzzle e silêncio – muito do carisma de Link está justamente no fato de ele falar pouco (ou nada). A grande dúvida é como o roteiro vai lidar com isso sem descaracterizar o personagem.
E os vazamentos? Rumores de Impa e trilogia no horizonte
Antes mesmo das imagens oficiais, fãs já tinham encontrado pistas importantes:
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Listagens de produção e relatos de bastidores apontavam filmagens em Wellington, na Nova Zelândia.
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Vídeos de bastidores que circularam no fim de semana mostraram gravações em áreas abertas, com uma atriz que muitos acreditam ser Dichen Lachman (Severance), supostamente no papel de Impa, mas sem confirmação oficial da Nintendo até agora.
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Sites especializados já especulam que o filme pode ser o início de uma trilogia, com elenco principal contratado para três produções ao longo de seis anos, caso o primeiro longa desempenhe bem nas bilheterias.
Nada disso foi confirmado pela Nintendo, mas o histórico recente da empresa no cinema (com Mario abrindo caminho para um “Nintendo Cinematic Universe” na prática) torna a ideia de múltiplos filmes algo bem plausível.
Gente de Expressão comenta
Se tem uma franquia que não admite meio-termo no coração dos fãs, é The Legend of Zelda.
Ou acerta em cheio, ou vira exemplo de “o que não fazer com uma IP clássica” pelos próximos dez anos.
As primeiras imagens indicam que a produção entendeu a importância do visual: Link está reconhecível, Zelda transmite força e delicadeza ao mesmo tempo, e o cenário conversa com o que a gente imagina de Hyrule no cinema. Isso, por si só, já é um bom sinal.
Mas o verdadeiro teste vem depois:
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Como o filme vai equilibrar épico e lúdico?
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Que tom vão dar ao Link – mais falante, mais introspectivo, mais adolescente, mais herói clássico?
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E, principalmente, qual recorte da mitologia de Zelda vai parar na tela: algo mais próximo de Ocarina of Time? De Breath of the Wild? Ou uma história original que mistura tudo?
Por enquanto, o saldo é positivo: ficou parecido o suficiente pra gente acreditar – e diferente o bastante pra gerar curiosidade.
Em resumo: a Nintendo jogou a Deku Nut no chão. Agora é esperar a fumaça baixar pra ver se esse Hyrule de carne e osso realmente vai valer o hype.
E aí, o que você achou do visual de Link e Zelda no live-action?
Curtiu as escolhas de elenco ou ainda está no modo “cautelosamente empolgado”?
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